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SISTEMA MANDALA: PRODUÇÃO VARIÁVEL E SUSTENTÁVEL
O Sistema Mandala consiste no consórcio de produção agrícola e é bastante difundido em pequenas comunidades rurais. Quanto maior a diversidade delas, maior o equilíbrio ambiental e menor o índice de pragas. A rotatividade de plantas contribui para a saúde do solo. O objetivo principal do sistema é diversificar as atividades agrícolas com a finalidade de melhorar o padrão alimentar das famílias e aumentar a renda através da introdução de tecnologia apropriada de baixo custo de produção.


No centro do sistema implementado pela professora Maiara Guedes e pelo diretor de campo, Gerson Boff, existe um galinheiro construído pelos alunos dos 2º anos com a ajuda inicial dos 3º anos, sob a supervisão dos professores Cassiano, Abílio e Emmanuel. A construção comporta uma estrutura de sobrevivência confortável para as aves. Com dimensionamento circular, este galinheiro enriquece o cultivo das hortaliças com a produção de adubação orgânica.


A horta mandala do Colégio Agrícola de Toledo envolveu múltiplas disciplinas e todas as turmas que participaram com preparo e proteção do solo, adubação, plantio, capina, rega, construção do galinheiro, do mirante e de outros manejos necessários para a conclusão do trabalho.


O projeto que começou em abril tomou forma no mês de junho e ficou muito bonito e ambientalmente sustentável, pois limita ao máximo o uso de insumos químicos. Trata-se de um jardim de círculos concêntricos que respeita a agricultura ecológica.


Além de fomentar a agricultura familiar, o sistema mandala promove a inserção social dos pequenos produtores rurais. Essa campanha pretende contribuir para o incremento do comércio de produtos orgânicos, com geração de emprego e renda para centenas de trabalhadores.





EM BREVE, FOTOS



ÍNDICES DE VELOCIDADE DE EMERGÊNCIA EM SEMENTES FOI TEMA DE PALESTRA DE ALUNAS DO CAET PARA ACADÊMICOS DA FAG
No último dia 06, quarta-feira, o Colégio Agrícola Estadual de Toledo participou da 10ª Semana Acadêmica de Agronomia da Faculdade Assis Gurgacz (FAG) em Cascavel. As alunas Bianca Rockenbach e Anne Kathleen dos Santos representaram a escola no evento, onde discursaram para uma plateia de acadêmicos e docentes, apresentando índices de velocidade de emergência em sementes de alface e rúcula em diferentes substratos.


O professor Emmanuel Zullo Godinho, orientador das alunas, acompanhou as educandas na Semana Acadêmica e elogio as duas pela disposição nas práticas e nas teóricas. “Elas fizeram um bom trabalho em campo e apresentaram um bom discurso sobre as atividades práticas”, diz o educador que é engenheiro agrônomo.


Além dos aplausos do professor do CAET, as alunas ainda receberam elogios da avaliadora da FAG, Bianca Carraro. “Estou feliz com os trabalhos das alunas, porque ainda estão no Ensino Médio e já têm um desempenho desse nível”, reflete a profissional da Universidade. As estudantes do Colégio Agrícola estão cursando o 2ª ano do curso Técnico em Agropecuária e expuseram, durante suas falas, resultados de dados estatísticos e produtivos para melhorar as informações acadêmicas sobre horticultura.


Os trabalhos expostos na Semana Acadêmica da FAG serão publicados como resumo de artigo científico ligado à área de agronomia. “Agora, estamos focados na participação no Congresso Internacional que ocorrerá em Umuarama no segundo semestre”, finaliza Zullo.






POR ROBERTO CREPALDI DIAS – ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO




DEZENAS DE TONELADAS DE SILAGEM SÃO PRODUZIDAS EM MENOS DE 4 HORAS NO CAET
A produção de silagem é uma das formas que os criadores de bovinos têm para incrementar a alimentação do rebanho. Nos pequenos produtores, em geral, essa etapa é terceirizada, alugando-se a máquina de silagem, trator para compactação e carretas para o transporte.


Com a contratação dessa máquina de fazer silagem de milho, o Colégio Agrícola fez em apenas algumas horas o que levaria dias para fazer com os implementos convencionais.


O diretor de campo, Gerson Boff, acredita que o processo tem que ser agilizado para aproveitar a padronização da colheita que gera mais qualidade.


Neste final do mês de maio, a escola está colhendo dois alqueires e meio de milho, exclusivamente para a produção de silagem. Em situações normais, essa máquina tem potencial para colher mais de dez toneladas por hora, dependendo da distancia entre a plantação e o silo e a disponibilidade de caminhões para o transporte.


Aqui, devido aos bloqueios na estradas em razão da paralisação dos caminhoneiros, o trabalho foi feito com apenas um caminhão.

Depois que o produto chega no silo, é feita a compactação que tem por objetivo retirar a máxima quantidade de oxigênio presente na massa ensilada e com isso melhorar a fermentação e a qualidade da silagem. A formação de um ambiente sem oxigênio irá promover o desenvolvimento de bactérias produtoras de ácidos orgânicos. Além da compactação, no momento do fechamento deve-se retirar todo o ar que esta entre a lona e a silagem.


De acordo com Francisco Vigne, médico veterinário e coordenador de pecuária do Colégio Agrícola, uma boa alimentação e os cuidados com a saúde são essenciais para a produção leiteira. Aqui na escola, além da ração e do plantio de braquiária e outras pastagens o CAET conseguiu uma boa produção de silagem que deve suprir o rebanho por um bom tempo.


Convém destacar que os cuidados para obtenção de silagem de alta qualidade, como colheita correta, picagem, compactação e vedação são os mesmos, independente do tamanho do silo e da disponibilidade de maquinários e recursos.






POR ROBERTO CREPALDI DIAS - ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO



MELHORIAS NA ESTRUTURA DA BOVINOCULTURA FACILITA OS TRABALHOS DOS FUNCIONÁRIOS E AUMENTA ÁREA DE PASTAGEM
A bovinocultura do Colégio Agrícola está passando por algumas mudanças. O setor de criação e cuidados dos bovinos está modificando sua estrutura para melhor atendimento nas atividades, facilitando os trabalhos dos funcionários com os tratos dos animais.


O diretor de campo Gerson Boff e sua equipe de funcionários fizeram uma nova cobertura com lona sobre a silagem e cercaram a produção para protegê-la. Além disso, a direção ainda mudou o caminho do gado para evitar o pisoteio por cima da silagem e reformou os tanques de água do gado e também o que é usado pelos funcionários para as suas tarefas.


Para aumentar a oferta de alimentação para os animais, Gerson Boff e sua equipe estão ampliando o espaço destinado à pastagem. Os palanques velhos estão sendo retirados e novos serão colocados com deslocamento de 10 metros da cerca antiga. Com isso, o piquete será ampliado em 1000 metros quadrados.


Além dessa ampliação, os funcionários irão vistoriar os palanques de todo o pasto para ver os que estão com problemas e, dessa forma, trocar todos eles. De acordo com o Gerson, o ambiente deve estar sempre limpo e ter uma estratégia de trabalho que seja prática e efetiva, de modo que seja produtivo cada espaço da escola.


CULTIVO DE ERVAS MEDICINAIS FAZ PARTE DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR DO CAET
O trabalho de cultivo de ervas medicinais e o seu beneficiamento é um dos projetos do Colégio Agrícola que faz parte do Programa Ensino Médio Inovador (PROEMI). A professora de horticultura Maiara Guedes está conduzindo a atividade, fazendo melhorias no canteiro junto com os alunos.


A educadora trabalha em parceria com outras áreas do conhecimento para enriquecer a produção de vegetais como a planta mil folhas, cultivada em quase todo o território brasileiro, assim como a carqueja, cuja folha é usada para fazer chá quer serve como tônico estomacal e mais e outras tantas cultivadas neste canteiro.


Na agroindústria, a professora Keli Libardi e o técnico Caio Kolling estão trabalhando com os alunos na manipulação das ervas, ensinando os estudantes a transformação da matéria-prima em produtos aptos para o uso no combate a algumas doenças.


As ervas medicinais sempre fazem parte da mostra de campo realizada todos os anos. E para isso, professores e alunos conduzem as melhorias, transformando o espaço produtivo das ervas no mais agradável e bonito possível.





REDUZIR A IMAGEM DISTORCIDA QUE AS PESSOAS TÊM SOBRE A CULTURA INDÍGENA FOI O OBJETIVO DA SEMANA CULTURAL EM DIAMANTE DO OESTE
A Semana Cultural Indígena Guarani que ocorreu em Diamante do Oeste neste ano marca a 12ª edição do evento. A Equipe Multidisciplinar do Colégio Agrícola foi visitar a Terra Indígena Tekoha Itamarã nesta semana para conhecer um pouco da cultura mais antiga do Brasil, a indígena. Saímos do CAET por volta das 8 horas da manhã.

Sob a cantoria de alguns dos alunos e o entusiasmo dos outros, a viagem foi gostosa e cheia de harmonia entre os estudantes. Nos oito quilômetros finais, seguimos por uma estrada de chão com muitos morros, curvas subidas e descidas. Foi um teste para a potência do motor do micro-ônibus e para a coragem dos alunos e equipe.

Ter o primeiro contato com os indígenas gerou um certo impacto para quem não está acostumado com essa cultura tão rica e genuína. Observar os artesanatos, perceber o jeito da comunidade e assistir as danças que retratam parte da espiritualidade desse povo nos aproximou, mesmo que por pouco tempo, dessa cultura milenar.

Dois guaranis, muito educados, acompanharam-nos em uma trilha. Foram dois quilômetros de caminhada, parte em campo aberto e outro parte no meio do mato. Uma das intenções da Semana Cultural foi desconstruir a imagem distorcida que a maioria das pessoas tem sobre os povos indígenas. Os diretores dos colégios indígenas falaram sobre isso, enfatizando o respeito entre os povos para a redução dos conflitos agrários. “Hoje vocês estão tendo a oportunidade de conhecer essa cultura”, reforça o diretor da Colégio Araju Porã, Mauro Dietrich. “Não se pode propagar uma discurso de ódio entre o colono e o indígena”, acrescenta Jairo Bortolini, diretor do Colégio KUAA MBO´E.

O passeio foi uma ótima oportunidade para que nós pudéssemos desmistificar um pouco os conceitos que temos das tradições e costumes desses povos. Essa foi a primeira atividade agendada pela Equipe Multidisciplinar do Colégio Agrícola neste ano de 2018. No final da visita, a equipe entregou cinco caixas de roupas para a comunidade.



Por Roberto Crepaldi – Assessoria de Comunicação




SICOOB FALA SOBRE O CONCEITO E VALORES DO COOPERATIVISMO E ASSOCIATIVISMO EM UMA PALESTRA INTERATIVA E DE FÁCIL COMPREENSÃO

O palestrante Airton Bagli, assessor da diretoria executiva do Sicoob, discursou aos alunos formandos do Colégio Agrícola sobre os princípios e valores do associativismo e cooperativismo. De uma forma interativa com os alunos, Bagli explicou os conceitos sobre associação e cooperativa, discorrendo sobre a história acerca dos temas.

Quase 100 alunos e alguns professores assistiram à palestra. A atividade ocorreu na aula da professora Maiara Guedes que leciona Administração e Extensão Rural. Aprender sobre cooperativismo é muito importante para os futuros técnicos em Agropecuária, haja vista o setor agropecuário ter uma importante participação na economia, atuando no modelo de cooperativa.

Dentre todos os ramos de atuação do cooperativismo brasileiro, o agropecuário tem papel de destaque, com 1.597 instituições e 180,1 mil produtores cooperados. Estima-se ainda, segundo dados do Censo Agropecuário do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que 48% de tudo que é produzido no campo brasileiro passa, de alguma forma, por uma cooperativa.

O sistema de cooperativa visa consolidar e fortalecer a atuação em todos os seus ramos e do associativismo rural, participando dos processos de criação de trabalho e emprego, de produção de alimentos, de geração e distribuição de renda e da melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais e urbanas. (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)

O evento ocorreu nesta quarta-feira (11), no período da tarde, no auditório do colégio.





PROJETO SOBRE DIREITOS HUMANOS DISCUTE TOLERÂNCIA, ACESSIBILIDADE E PRECONCEITO
Os atletas de handebol em cadeiras de rodas estiveram no Colégio Agrícola de Toledo junto com a acadêmica de pedagogia da Faculdade Assis Gurgacz, Izabela Cardoso. A futura pedagoga está com um projeto sobre Direitos Humanos e está enfocando o direito das pessoas com deficiência física. De acordo com a acadêmica, trazer os cadeirantes no colégio mudará um pouco a percepção que os alunos têm das pessoas nestas condições. “Neste projeto, eu trato sobre a questão dos direitos humanos, enfocando o lado do preconceito, acessibilidade e a tolerância”, explica Izabela.

Os alunos do CAET tiveram a oportunidade de experimentar um pouco da condição de cadeirante e ver suas dificuldades. “É bom ter essa experiência. É uma noção básica de como é a realidade deles”, diz o aluno Alisson de Oliveira. Para o aluno Jair Klein, o projeto estimula uma reflexão sobre a importância da vida e do bom aproveitamento dela, independente da situação em que nos encontramos.

Os cadeirantes têm o direito ao princípio da igualdade face às condições de locomoção das pessoas com deficiência física, garantido pela Lei Federal nº 10.098/2000. Essa análise deve-se ao fato de que as nossas cidades de um modo geral não se encontram estrutural e legalmente preparadas para atender às necessidades e anseios dos cadeirantes. A chance desses atletas estarem participando do esporte é uma garantia que o município de Toledo respeita e favorece o acesso deles. “Aqui, em Toledo, a estrutura física é boa. Em alguns bairros ainda é preciso melhorar. Mas, de modo geral, está bom. Temos um bom ginásio para treinar e fácil acesso”, elogia Jean Marcos Lopes, que é atleta cadeirante.

Alguns atletas já estão há bastante tempo no handebol. O esporte é um canal de motivação para a vida. O atleta Paulo Ricardo Franco, que está há 10 anos no esporte diz que sua maior motivação é a competitividade. “Estar competindo, treinando, fazendo com que a gente saia da nossa casa e da nossa rotina. Isso é muito motivador”, revela o jogador.

A modalidade do handebol adaptado para cadeiras de rodas (HCR) foi criada na Universidade Paranaense, Campus Toledo/PR, em 2005. No treino, os jogadores aprendem a dominar a cadeira esportiva, fazer passes, conduzir e controlar a bola, fazer lançamentos e bloqueios. Mais que isso, aprendem a compreender as habilidades e dificuldades de cada jogador do time, respeitando e estimulando a participação.



Por Roberto Crepaldi Dias – Assessoria de Comunicação






BONS RESULTADOS NOS JOGOS ESCOLARES CLASSIFICAM ATLETAS DO CAET PARA A FASE REGIONAL
A Fase Municipal dos Jogos Escolares do Paraná, 2018 - teve vários atletas classificados do Colégio Agrícola de Toledo. Os estudantes se destacaram em diversas modalidades conquistando medalhas de ouro, prata e bronze.

Esta é a 65ª edição dos jogos que têm a participação de dezenas de milhares de jovens em todos os municípios do Paraná. No Futsal, a equipe feminina do CAET ficou com a terceira colocação, e no Handebol a equipe masculina deu um show e subiu no mais alto do pódio. Os jogadores masculino e as atletas do feminino competiram no Vôlei de Areia e ambos conquistaram medalhas de bronze.

No atletismo, os alunos Davi Gustavo dos Santos e Junior Alves da Silva atingiram a 1ª colocação na corrida dos 400 metros. No salto em distância, os atletas Alisson Ruan de Oliveira ficou com a 3ª colocação com um pulo de 4,56m, seguido na 4º colocação pelo aluno Davi Gustavo dos Santos. No Tênis de mesa, O CAET ficou com o 2º lugar conquistado pela aluna Kawana Lothammer. Na categoria em duplas, a posição melhorou, dando para Kawana e Ana Julia de Souza medalhas douradas.

Na modalidade Xadrez (masculino), Guilherme Giordani levou três medalhas de ouro nos estilos “Relâmpago”, “Rápido” e “Convencional” . A enxadrista Camila Vittencourt colocou no pescoço a insígnia de prata e também está classificada para participar da Fase Regional dos Jogos Escolares deste ano.

O Colégio Agrícola de Toledo acompanhou a trajetória de conquistas dos atletas desde o período de treinamento até o momento das competições por meio dos professores Cassiano Rosseto e Mara Carvalho, professora de Educação Física. A escola parabeniza todos os seus esportistas, medalhistas ou não, pela participação e conquistas e deseja que os resultados sejam ainda melhores na próxima fase.




COLABORAÇÃO ENTRE COLÉGIO AGRÍCOLA E EMATER PODE GERAR FRUTOS NA APRENDIZAGEM E NA PRODUÇÃO
O gerente regional da Emater, Ivan Decker Raupp e representantes do Instituto, estiveram visitando o Colégio Agrícola de Toledo nesta sexta-feira. A reunião com os profissionais visa fortalecer o vínculo com os parceiros da escola para buscar fortalecer o desenvolvimento da educação técnica para os alunos e o aprimoramento produtivo na fazenda escola.

Os engenheiros agrônomos da Emater conheceram os setores produtivos do CAET e puderam observar a estrutura física e de equipamentos que a escola dispõe na sua tarefa de ensinar e produzir.

Um dos ambientes visitados pelos agrônomos foi a agroindústria do leite. O setor tem estrutura física e equipamentos novos para a produção de derivados do leite. Porém, ainda tem alguns impedimentos para que possa entrar em operação, como a falta de treinamento de pessoal para manuseio das máquinas.

A busca por ações em cooperação com outras instituições é a visão do melhor aproveitamento da força do trabalho e das ideias para gerar mais e alavancar o ensino, a aprendizagem e a produção.

Novos encontros entre a Emater e o Colégio Agrícola já foram encaminhados. A tendência é que as afinidades entre o instituto e a escola sejam ampliadas para contato com mais profissionais, e que suas experiências contribuam para o crescimento intelectual e prático dos alunos do CAET.




ATLETAS DO CAET VENCEM A FASE MUNICIPAL DOS JOGOS ESCOLARES NA MODALIDADE DE HANDEBOL
No último dia 04, a equipe de Handebol do Colégio Agrícola de Toledo venceu o time do Colégio Estadual Attílio Fontana na partida disputada no Ginásio da Unipar – Campus II. “Nós fomos jogar apenas para ter experiência nesta modalidade. Felizmente, tivemos um excelente resultado”, frisou Anselmo Trindade que joga nesta categoria há três anos.

Este é o segundo ano que o CAET está participando dos jogos, porém com uma nova equipe que ainda não tinha experiência de handebol. No ano passado, a escola ficou com a 3ª colocação na primeira fase do Jogos Escolares. Com o resultado deste ano, os atletas vão disputar a Fase Regional.

De acordo com o aluno Trindade, é necessário bastante treino para que a equipe consiga vencer as próximas fases. Pensando nisso, o aluno idealizou um projeto junto com a professora de Educação Física, Mara Silva e com o aval da diretoria auxiliar, Celimar Trentin, que também leciona a disciplina de Educação Física.

Com a viabilidade do projeto, foram convidados 20 alunos e selecionados 14 para comporem o time. Os treinos iniciaram no começo de março e ocorrem todas às quintas-feiras no intervalo do almoço, tendo como treinador o aluno Anselmo.


HORTA MANDALA UNE TURMAS E DISCIPLINAS

Os alunos estão iniciando a construção de uma horta mandala. O trabalho faz parte de uma atividade que envolve múltiplas disciplinas e todas as turmas. Cada uma, dando sua contribuição, especificando as áreas de conhecimento onde os estudantes podem aplicar a aprendizagem recebida pelo professor.

O projeto da execução da horta mandala é da disciplina de Fundamentos de Agroecologia da professora Maiara Guedes. A implementação da obra, que fará parte da Mostra Técnica, construirá um galinheiro de nove metros quadrados bem no centro de um espaço de 1.225 metros quadrados para produzir adubo orgânico para uso na horta. A construção do galinheiro ficou sob a responsabilidade dos alunos do professor Abílio de Produção Animal.

As disciplinas envolvidas são as de Matemática, Administração e Extensão Rural, Horticultura, Fundamentos de Agroecologia, Construções Rurais e Produção Animal.

Os alunos do professor Marcelo estão dando início aos trabalhos aplicando o conhecimento da disciplina na execução dos cálculos na área.



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PRIMEIRA SIMULAÇÃO DA BRIGADA ESCOLAR OCORREU NESTE DIA 26 NO CAET
O Colégio Agrícola Estadual de Toledo realizou o Primeiro Treinamento do Plano de Abandono da Brigada Escolar. A simulação aconteceu no período da tarde, a partir das 15h40min.

Os professores, funcionários e alunos já estavam cientes acerca dos procedimentos. Os estudantes foram instruídos pelos membros da brigada no auditório da escola e os professores e funcionários em seus respectivos setores.

O brigadista Roberto Crepaldi Dias, junto com os coordenadores de curso Franciele Cristina dos Santos Souza e Cassiano Rosetto, organizaram o Plano de Fuga, utilizando o Mapa de Fuga da escola e seguindo os mesmos critérios já adotados em 2017.

O professor William Barros contribuiu com sua experiência, organizando a entrada do pessoal no Ponto de Encontro.

O tempo que os alunos e equipe levaram para se deslocar até o Ponto de Encontro foi de seis minutos. No local, os professores fizeram a chamada e todos estavam presentes, conforme o esperado.




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COLÉGIO AGRÍCOLA TEM DEZENAS DE FORMANDOS DE 2017 NO ENSINO SUPERIOR EM 2018
O Colégio Agrícola de Toledo parabeniza os dezenas de estudantes, formandos de 2017, que com muito empenho e dedicação aos estudos foram aprovados em vestibulares e estão cursando o Ensino Superior.

Segue a lista abaixo. Caso ficou alguém de fora, nos avise e informaremos.



VEJA LISTA


MEMBROS DO COMDET E DA ACIT VISITAM O CAET E INICIAM PARCERIA
As parcerias que o Colégio Agrícola de Toledo faz com as instituições públicas e privadas são fundamentais para um trabalho eficiente. Para que a escola consiga obter êxito em suas práticas, a aproximação com outros entes reforçam a possibilidade do sucesso, fazendo com que o Colégio Agrícola de Toledo seja cada vez mais conhecido e, principalmente, reconhecido como uma instituição importante para o desenvolvimento do agronegócio na Região Oeste.

Nesta sexta-feira (16), o CAET recebeu as visitas de representantes do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico de Toledo (COMDET) e da Associação Comercial e Industrial de Toledo (ACIT). O conselheiro João Antonio Grande Neto (COMDET) e o executivo do Conselho da ACIT, Otmar Plec, conheceram as dependências da fazendaescola. Para o conselheiro do COMDET “conhecer o colégio é a oportunidade de perceber as necessidades e analisar as potencialidades da instituição para o desenvolvimento de Toledo”.

A visita desses profissionais foi realizada por meio do contato do Diretor de Unidade Didática Produtiva da escola, Gerson Boff, e visa trazer o Conselho de Desenvolvimento Econômico para ajudar na formulação e promoção de políticas de desenvolvimento econômico, buscando um intercâmbio permanente com os demais órgãos municipais, estaduais e federais. “Essa parceria ajuda a tornar o Colégio Agrícola mais conhecido e participativo nas ações ligadas aos agronegócio junto aos empresários da região”, reflete Boff.



Por Roberto Crepaldi Dias – Assessoria de Comunicação



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